Barcos não precisou fazer muito para cair nas graças dos
torcedores do Grêmio. Foram apenas 2 gols em momentos importante do time da
Libertadores da América. O time jogou muito, todos ocuparam suas posições e
jogaram tudo nelas, morderam, não tinha bola perdida. É assim que a torcida
quer ver o time, e ele (Barcos) já esta sendo considerado o símbolo dessa
garra.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O PRÓXIMO PAPA PODE SER UM BRASILEIRO
Brasileiros
estarão entre os eleitores que escolherão o chefe da Igreja Católica em uma
cerimônia secreta na Capela Sistina nas próximas semanas. Os cinco cardeais são
também potenciais sucessores de Bento 16. Com a maior população católica do
mundo, o Brasil possui nove cardeais, mas quatro deles já ultrapassaram a idade
limite de 80 anos para votar.
Os brasileiros com chances de virar papa são:
* Dom Odilo Scherer: O cardeal arcebispo de São Paulo é um dos nomes brasileiros
mais frequentes nas listas de possíveis sucessores de Bento XVI. Gaúcho de
Cerro Largo e descendente de imigrantes alemães, dom Odilo é mestre em
Filosofia e doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.
Dom Odilo foi ordenado padre em 1976 no Paraná, onde foi criado, e é
considerado um moderado em termos doutrinários. Em 2007 sucedeu dom Cláudio
Hummes na Arquidiocese de São Paulo. Em 2012, Scherer envolveu-se em uma
polêmica ao desprezar o candidato mais votado para a reitoria da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (PUC). Ele escolheu um nome mais alinhado à
cúpula da Igreja Católica, causando revolta entre alunos e professores.
* Dom João Braz de Aviz: Dom João Braz de Aviz ex-arcebispo de Brasília, é
hoje, aos 65 anos, o brasileiro que ocupa o mais alto cargo na hierarquia do
vaticano. Natural de Mafra, em Santa Catarina , foi ordenado bispo auxiliar de
Vitória, no Espírito Santo, em 1994 e chefe da igreja em Brasília, em 2004. Em
2011 deixou a capital federal para ocupar o cargo de prefeito da Congregação
para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica no
Vaticano. No ano seguinte, foi nomeado cardeal por Bento 16.
* Dom Cláudio Hummes: Dom Cláudio Hummes, cardeal de 78 anos, é um dos
brasileiros com maior trânsito na burocracia do vaticano. Ex-arcebispo de São
Paulo, foi prefeito para a Congregação para o Clero (espécie de ministro papal)
até 2011. Desde então, é membro da Pontifícia Comissão para a América Latina. Gaúcho
da cidade de Montenegro, era considerado um dos mais prováveis sucessores do
antigo papa João Paulo 2º. Devido à idade, tem as chances reduzidas neste
momento.
* Dom Raymundo Damasceno Assis: Cardeal arcebispo de Aparecida, São Paulo, dom
Raymundo Damasceno também é presidente da CNBB (Confederação Nacional dos
Bispos do Brasil). Mineiro de Capela Nova, deve renunciar em breve à
Arquidiocese de Aparecida, já que alcançou a idade limite de 75 anos. Dom
Raymundo Damasceno é doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana
de Roma e foi ordenado bispo de Brasília em 1986.
* Dom Geraldo Majella Agnelo: Arcebispo aposentado de Salvador, o cardeal dom
Geraldo Majella Agnello nasceu em Juiz de Fora (MG) tem 79 anos. Ele deixou a
chefia da igreja na capital baiana quando completou 75 anos, mas ainda terá
direito a voto na eleição do novo papa. Dom Geraldo foi ordenado padre em São Paulo em 6 de agosto
de 1978, no dia da morte do papa Paulo 6º. Aos 44 anos virou bispo de Toledo,
no Paraná. Doutor em Teologia pelo Pontifício Ateneu Santo Anselmo de Roma, foi
indicado arcebispo de Salvador em 1999.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
DIPLOMAÇÃO 2013
Na quarta-feira dia 20, foi a diplomação dos eleitos em 07 de outubro de 2012. Para minha história política foi mais um momento importante, pois foi a 4ª diplomação seguida; três vezes consecutivas como vereador titular, e agora, uma vez como vereador suplente. Agradeço do fundo do meu coração a confiança depositada em mim por quase 500 pessoas da comunidade. Estou muito feliz porque, mesmo depois de 12 anos, a comunidade demonstra confiança em mim e credibilidade no meu trabalho. Um forte abraço no coração de cada estanciense. Feliz Natal e Prospero Ano de 2013!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
RELATÓRIO FINAL DO ORÇAMENTO PREVÊ MÍNIMO EM R$ 674,96
O salário mínimo a vigorar em 2013 deverá ser fixado em R$ 674,96, de acordo com o relatório final entregue nesta...
O salário mínimo a vigorar em 2013 deverá ser fixado em R$ 674,96, de acordo com o relatório final entregue nesta segunda-feira na Comissão Mista de Orçamento pelo relator geral do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-RR). Jucá afirmou que precisou alterar a proposta encaminhada pelo governo de R$ 670,95 para adequar o valor à lei atual que determina o cálculo do reajuste do mínimo pelo crescimento do PIB de dois anos anteriores mais a inflação medida pelo INPC.
Jucá explicou que houve uma reestimativa de inflação e que essa diferença de valor significará R$ 1,36 bilhão a mais de gastos. O relator manteve em seu parecer o aumento salarial de 5%, em 2013, para as carreiras do funcionalismo público que negociaram reajustes com o governo. O senador afirmou que, embora os funcionários do Poder Judiciário insistissem em aumentos maiores, não há espaço fiscal para isso. O acordo do governo com os servidores prevê o mesmo índice de 5% de aumento por três anos, até 2015.
O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), prevê a votação do projeto no plenário do Congresso - quando a Câmara e o Senado se reúnem conjuntamente - na próxima quarta-feira, às 12h. Nesta terça-feira, haverá reunião da comissão, às 14h30, para votar o relatório de Jucá.
O relator afirmou que destinou em seu parecer R$ 3,9 bilhões para a Lei Kandir, usada para compensar os Estados que perdem com a desoneração do ICMS nas exportações. Ele afirmou ainda que trabalhou na elaboração do relatório final com a previsão de crescimento de 4,5% no próximo ano.
Com a impossibilidade constitucional de obrigar o governo a cumprir o Orçamento da União aprovado pelo Congresso, o relator geral incluiu um dispositivo em seu relatório proibindo o governo de usar o dinheiro destinado pelos parlamentares a obras em Estados e municípios - mecanismo conhecido por emendas parlamentares - com outras despesas. O governo não será obrigado a gastar os recursos das emendas, como gostariam os deputados e os senadores, mas também não poderá gastar o montante em algum remanejamento orçamentário.
Esse bloqueio de gastos vale para as emendas individuais e para as apresentadas pelas bancadas dos Estados. "Nós estamos fortalecendo o respeito às emendas individuais e de bancada", disse Jucá. O Orçamento não é impositivo, ou seja, o Executivo tem de ter a autorização do Legislativo, com a aprovação do projeto, para executar as despesas, mas não precisa cumprir tudo o que diz o texto aprovado na proposta orçamentária.
"Não há obrigação de liberar o dinheiro das emendas, mas o governo estará proibido de usar para outras coisas. Esse recurso acabará sendo usado para o governo fazer superávit", afirmou Paulo Pimenta. As emendas individuais somam em torno de R$ 9 bilhões em 2013. Historicamente, o governo corta emendas e executa em torno de um terço do valor aprovado na proposta orçamentária da União.
Para votar o projeto de Orçamento nesta semana, a última do ano dos trabalhos legislativos, o governo está liberando o dinheiro das emendas apresentadas ao Orçamento deste ano, em um total de R$ 5 milhões, pelos deputados e senadores dos partidos da oposição e de R$ 6 milhões para cada parlamentar da base aliada.
Fonte: Estadão
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
MP LANÇA CAMPANHA CONTRA IMPUNIDADE
ENTIDADES LANÇAM CAMPANHA EM DEFESA DO PODER INVESTIGATÓRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Na terça-feira, 11 de dezembro, as associações nacionais representativas dos membros do Ministério Público Brasileiro lançam a campanha nacional "Brasil contra a IMPUNIDADE". O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a Proposta de Emenda à Constituição nº 37/2011. Também chamada de "PEC da Impunidade", a proposição confere poderes investigativos exclusivos às polícias Civil e Federal na seara criminal, inviabilizando a atuação de outros órgãos do Estado, como o Ministério Público. Inicialmente a campanha ocorrerá pela internet, por meio das redes sociais, mas, a partir de 2013, outras ações serão realizadas em todo o país, como audiências públicas nos estados e contatos com parlamentares e lideranças políticas. O lançamento da campanha ocorrerá pela manhã na sede do Ministério Público Militar (MPM), em Brasília (DF). Na mesma ocasião será realizada entrevista coletiva para a imprensa na qual estarão presentes os presidentes da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM) e da Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT). Outras entidades de classe que se opõem à PEC da Impunidade participarão do ato, tais como a Federação Nacional dos Agentes de Polícia Federal (FENAPEF), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) entre outras. Mais informações no site www.anpt.org.br.
Autor: ANPT
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