segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Grêmio vence o São Paulo com gol de Douglas

Grêmio vence o São Paulo com gol de Douglas

Foi a terceira vitória consecutiva do Tricolor gaúcho no Brasileirão
Com um gol do meia Douglas, o Grêmio venceu o São Paulo por 1 a 0, no Olímpico, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor paulista perdeu a chance de assumir a liderança da competição. Enquanto isso, o time gaúcho alcançou a sua terceira vitória consecutiva.
Durante toda a primeira etapa, o jogo foi muito truncado e as duas equipes criaram poucas oportunidades de gol. A melhor chance do time gremista aconteceu aos 23 minutos, quando Marquinhos cruzou e André Lima tocou para o fundo da rede. Entretanto, o assistente marcou impedimento do atacante. Do lado são-paulino, Cícero, aos 39, recebeu passe de Dagoberto e finalizou. Mas Edcarlos conseguiu tirar.
No segundo tempo, o time comandado por Adilson Batista teve a primeira chance com Dagoberto, que bateu forte. Victor conseguiu fazer a defesa. Aos 18 minutos, Juan cruzou na área e Casemiro marcou o gol. O árbitro Heber Roberto Lopes marcou falta do volante e anulou o gol.
Logo em seguida, o Grêmio conseguiu abrir o placar. Julio Cesar passou por Piris e cruzou para Douglas, que livre, marcou o gol.

Inter vence Palmeiras

Inter vence Palmeiras com 3 de Leandro Damião

O time paulista permaneceu sem vencer no returno do Campeonato Brasileiro e, de quebra, perdeu a invencibilidade jogando sob seus domínios
O Palmeiras mandou na partida contra o Inter no Pacaembu, mas foi o time gaúcho, que só se limitou à defesa quem venceu, com três gols de Leandro Damião. Com o 3 a 0, o Inter vai a 35 pontos e ultrapassa o Palmeiras na tabela de classificação, assumindo a 7ª posição. O time paulista permaneceu sem vencer no returno do Campeonato Brasileiro e, de quebra, perdeu a invencibilidade jogando sob seus domínios. Era o duelo do 7º com o 8º. Uma equipe, o Palmeiras, em queda vertiginosa de rendimento - dos últimos nove jogos, só uma vitória--, e que tem se afastado da zona de classificação para a Libertadores. O adversário, um dos elencos mais badalados do país e que buscava voltar à Taça Libertadores, torneio cujo clube conquistou em 2009. O Palmeiras buscava a sua primeira vitória no 2º turno, já o Inter ainda não conhecia derrota no returno. Os donos da casa entraram em campo sem as suas duas peças principais: Kleber, suspenso, e Valdivia que, machucado, deve ficar ainda um mês fora. Para suprir as ausências, Luiz Felipe Scolari escalou Patrik na meia e Vinicius no ataque. Sem um meia para articular as jogadas, o treinador optou por forçar as jogadas pelos lados do campo. Luan, pela esquerda e Vinicius, pela direita. Além disso, o Palmeiras marcava a saída de bola do Inter, retomando a posse rapidamente. Os anfitriões então tinham o domínio territorial e o controle do jogo. Mas esbarravam nos seus próprios defeitos e, com isso, não conseguiam furar a defesa do time colorado. A única chance foi com Marcos Assunção, que cobrou falta no ângulo, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. O Inter se limitava a ficar na defesa. Não saía nem para contra-atacar. Mas, mesmo assim, foram os visitantes que abriram o placar. Em um lance fortuito, Andrezinho acionou Leandro Damião na área. O centroavante colorado matou no peito, girou em cima de Henrique e tocou com categoria na saída de Marcos. Inter 1 a 0, aos 24min. Depois do tento colorado, mesmo sem ser brilhante, o Palmeiras teve três chances de empatar, duas muito claras com Luan e Gabriel Silva. Todas elas evidenciaram a dependência da equipe às cobranças de falta de Marcos Assunção. O Palmeiras voltou diferente para o segundo tempo, com uma postura mais agressiva. Essa mudança de atitude fez com que equipe imprimisse uma superioridade ainda maior na partida. Com 12min, o time já tinha tido quatro oportunidades de igualar o jogo. E deixou de lado as cobranças de Marcos Assunção, ameaçando Muriel com chutes de fora da área e penetrações para a finalização dos atacantes. Scolari tentou dar mais poder de fogo ao seu ataque ao promover as entradas de Ricardo Bueno e Tinga nos lugares de Vinicius e Patrik já na metade da etapa derradeira. Mas a equipe esbarrava na sua falta de qualidade na hora de finalizar. Já o Inter abdicou de jogar na segunda etapa. A ponto de antes dos 30min Kleber e Muriel levarem cartão amarelo por fazer cera. Só que o filme do primeiro tempo se repetiu. Depois de mandar no jogo e desperdiçar inúmeras chances, o Palmeiras sofreu o segundo. Leandro Damião recebeu de Nei e marcou de novo.

VETTEL VENCE E PODE SER CAMPEÃO

VETTEL VENCE E PODE SER CAMPEÃO

Apesar de a vitória no GP da Itália ainda não ter lhe assegurado o bicampeonato, deixou-o muito perto disso
A última vez em que Sebastian Vettel havia chorado tanto ao vencer uma corrida havia sido no GP de Abu Dhabi, em 2010, quando se sagrou campeão mundial. Domingo, em Monza, a cena se repetiu. Apesar de a vitória no GP da Itália ainda não ter lhe assegurado o bicampeonato, deixou-o muito perto disso. Tão perto que, dependendo dos resultados da próxima prova do Mundial, em Cingapura, o piloto alemão pode ficar com o título com seis etapas de antecipação. Com 112 pontos de vantagem na classificação, basta que Vettel conquiste 13 pontos a mais que Fernando Alonso, terceiro colocado ontem e segundo na tabela, e oito a mais que Jenson Button, segundo em Monza, e Mark Webber para se tornar o mais jovem bicampeão da F-1.
Uma missão nada impossível para um piloto que conquistou até agora 87,3% dos pontos disputados no ano. "Uau, nem sei o que dizer. Este ano tem sido incrível até agora. O time evoluiu muito desde o ano passado, e nos colocamos em uma excelente posição para conquistar o título mais uma vez", afirmou Vettel, com o nariz ainda vermelho do choro no pódio. "Sei que a chance de ser campeão é grande, mas o campeonato só acaba quando acabar, não antes. O Mundial passado é prova de que não dá para saber até a última volta da última corrida", disse o alemão, que deu à Red Bull seu primeiro triunfo em Monza, pista em que ele mesmo venceu pela primeira vez na categoria, em 2008. "Voltar ao pódio neste circuito é especial, ainda mais porque nos dois últimos anos não havíamos sido competitivos. Mas, desta vez, eu estava com um bom pressentimento desde o começo, apesar de a largada não ter me ajudado", afirmou, sorrindo.
Saindo da pole pela décima vez no ano, Vettel realmente não largou bem e viu Alonso, quarto no grid, assumir a ponta. Mas a liderança do espanhol durou só quatro voltas, até o piloto da Red Bull fazer uma bela ultrapassagem e retomar a dianteira. Com um carro muito mais veloz do que o do resto do grid, bastou a Vettel administrar sua vantagem e esperar a bandeirada final para conquistar sua oitava vitória neste ano, a 18ª em sua carreira. "Sei que eu podia sair de férias até o fim do ano e, mesmo assim, teria uma boa chance de ser campeão, mas amo correr e estou contratado para todas as corridas", brincou o alemão, que agora vai colar mais um adesivo sorridente no cockpit de sua "Kinky Kylie", tradição que mantém desde a F-BMW.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

SENNA PEDE PRESSÃO DA RENAULT PARA EVOLUIR COMO PILOTO

Em sua primeira experiência na F1 como titular em um time de ponta, Bruno Senna deixou claro que quer aproveitar a chance e evoluir rapidamente como piloto. O brasileiro ressaltou o perfil perfeccionista e disse que está satisfeito com o ambiente competitivo da Renault
1- Bruno Senna já sente claramente as diferenças entre o ambiente de um time de ponta, como é a Renault, e uma equipe do fundo do grid, como é a Hispania, onde correu em 2010. Substituto de Nick Heidfeld no cockpit do carro desde Spa-Francorchamps, o brasileiro ganhou a chance de ser titular até o fim da temporada, e para honrar a confiança do time anglo-francês, o piloto não quer decepcionar. Ao contrário, Senna, que se definiu como um perfeccionista, pediu para ser exigido ao máximo pela nova equipe, visando principalmente evoluir na carreira e apresentar bom desempenho nas pistas.
2- Em entrevista coletiva concedida no paddock de Monza, palco do GP da Itália, que acontece neste fim de semana, Bruno deixou claro que o feedback da Renault é fundamental para melhorar como piloto, sobretudo neste novo ciclo de sua carreira.
3- 'Quando estou trabalhando, sou um perfeccionista, tento acertar tudo. Trabalho muito duro e tento dar 100% o tempo todo quando estou no carro. Então, se eu não faço bem-feito, então fico irritado', comentou o brasileiro nesta quinta-feira (8). 'Se a equipe comete um erro, tenho certeza que posso apontar isso para eles, da mesma forma que se eu não estou andando bem, tenho que lhes dizer: 'Vocês têm de ser duros, porque eu quero trabalhar para fazer o melhor'.'
4- Senna disse que o clima mais competitivo dentro da Renault lhe agrada bastante. 'O ambiente de trabalho é muito duro, não que seja de uma maneira ruim, mas é algo assim: 'Vamos lá tentar o máximo possível para atingir o limite o tempo todo', e é por isso que eu estou feliz com o trabalho agora', admitiu o companheiro de Vitaly Petrov.
5- Ciente de que ainda está começando sua carreira na F1, Bruno disse que precisa focar no desenvolvimento do carro e quer usar a experiência de ter pelo menos mais sete provas até o fim do ano para evoluir neste quesito.
6- 'O maior desafio é que os jovens pilotos não têm necessariamente o caminho correto para avançar com o desenvolvimento do carro. Mas isso é relativo, às vezes um piloto pode ter isso naturalmente, e às vezes ele aprende isso', salientou o piloto da Renault.
7- 'Esta é a experiência que eu venho tendo, saber se minha forma de pensar e minha forma de trabalhar com a equipe vai ser automaticamente boa para o desenvolvimento do carro ou não. Mas eu tenho algumas corridas para tentar isso', acrescentou.
8-Depois de ter completado o GP da Bélgica em 13º, Senna deu a entender que terá outra postura para a etapa de Monza, principalmente por já não ter mais de conviver com o peso de estrear por uma equipe de ponta e também por estar garantido na Renault até o fim do ano.
9- 'Primeiro é que eu já tenho um fim de semana, então não estou indo [para Monza] como um completo desconhecido. E também há o fato de que eu vou correr até o fim da temporada, o que é ótimo. Isso significa que a equipe quer me dar a chance de ficar no carro', ponderou o brasileiro. 'Vai ser uma grande oportunidade para me colocar à prova. Mas terei uma abordagem bem diferente em relação a Spa', finalizou Bruno.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Para Dilma, Hospital da Ulbra eleva padrão de hospitais privados ao SUS

Presidente inaugurou 110 novos leitos para pacientes da rede pública na instituição, em Canoas
Em um dos compromissos mais importantes para o governo federal no Estado, a presidente Dilma Rousseff inaugurou, na tarde desta sexta-feira, 110 novos leitos de atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Universitário, na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas. Dilma destacou a importância da parceria entre a prefeitura municipal e o Complexo Hospitalar Mãe de Deus, que assumiram recentemente a gerência da instituição. “Essa cerimônia evidencia o que é um sistema de saúde de qualidade: é levar um padrão que nos estamos acostumados a usar, o padrão dos hospitais privados, ao SUS”, afirmou.
A presidente classificou a parceria entre setor privado e público de “criativa” e elogiou algumas vezes o prefeito, a quem qualificou como “excelente gestor”. “Um sistema do porte do SUS tem que dar conta de três elementos: ser universal, gratuito e de qualidade. Geralmente ou é de qualidade ou é universal; ou é pago ou é de qualidade”, disse. “Assistimos durante dois anos o presidente (americano Barack) Obama lutar pra provar algo que nos reconhecemos desde 1988. Nós estamos na frente? Estamos sim, porque aqui no Brasil ninguém ousa dizer que a saúde não deve ser universal e gratuita. E os que pensam que não deve ficam calados, porque a sociedade brasileira não aceitaria isso”, completou.
FONTE: Portal do O DIÁRIO